Sintegração

    Nas atividade tivemos como proposta inicial praticar a sintegração, então fomos divididos em quatro grupos por rodada, sendo no total quatro rodadas com temas distintas e com três funções divididas pelos participantes, debatedor (responsável por gerar o debate), crítico (responsável por analisar e levantar pontos positivos e negativos ao final do debate) e observador (responsável por apenar ver o debate e levar informações pertinentes para a próxima sala). 

   Primeira rodada: O tema abordado foi a relação lógicas finalística, causalística e programática com as novas tecnologias e com as possibilidades de virtualização e potencialização. O grupo buscou primeiro caracterizar a virtualização, chegando em um resultado de programático, logo em seguida construíram uma linha do tempo na qual com o passar dos anos a ideia de tudo ser finalístico (feito apenas por vontade de Deus) foi se perdendo, dando espaço para o causalistico , a busca do ser humano por respostas e fazem parte do que acontece, e ainda ganhando espaço o programático, coisas acontecem sem uma explicação lógica ou divina, mas fazem diferença para o meio, e todas essas relações se intensificaram com utilização da internet, com o homem utilizando da máquina com um propósito, mas também a máquina utilizando do homem com outro propósito. 

    Segunda rodada: O tema abordado foi a interatividade interativa e a interatividade não-interativa exemplificando com "objetos" (quase-objetos ou não-objetos), espaços e situações do cotidiano. Primeiramente o grupo buscou entender o que seria esse objeto, chegando no significado pré-determinado, no qual se o objeto deixa de exercer parte da sua função vira um quase-objeto e quando não exerce nenhuma de suas funções se torna um não-objeto, esta ideia foi levada as palavras que estão passando por um processo de ressignificação, e posteriormente chegando nos ambientes como praças, museus, e a própria internet, interligando interatividade e "objetos", o consenso final foi que a proposta inicial dos locais e objetos é ser imutável (interatividade não-interativa, e objetos por completo), porém com a dominação do ser humano adaptando os espaços e objetos as suas necessidades, quase tudo se torna uma interatividade interativa, quase-objeto ou -não objeto.  

    Terceira rodada: O tema abordado foi "objeto" (quase-objeto, não-objeto) como obstáculo para remoção de obstáculos pensando em como obstacularizar o mínimo possívelInicialmente o debate apareceu de uma forma rasa com um sentido mais literal do tema, o grupo buscava encontrar um significado para então partir para novas linhas de raciocínio, e acabaram fazendo o inverso, de diversas linhas de raciocínio entraram em um consenso; Partiram da solução de problemas através dos objetos e que todos os objetos desnecessário poderiam ser nunca ser criados se um bom projeto tivesse acontecido, prevendo problemas futuros; Porém uma das linhas de raciocínio levou a discussão da parede se ela atrapalha, ou não, da mesma maneira que os arquitetos modernistas pensavam, deixando livre para as pessoas solucionarem os próprios problemas.  

    Quarta rodada: O tema abordado foi a passagem de representação (quase-objeto) para a presentação (não-objeto). Durante todo o debate o grupo relacionou esta questão com o movimento dadaísta, e como eles procuravam "brincar" com esta discussão levando objetos não convencionais para os museus, variando entre quase-objetos e não-objetos, e deixando a cargo do público classificá-los como uma discussão necessária, ou não.

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